Com a adaptação de A Hipótese do Amor chegando ao Prime Video, nada melhor do que voltar para o livro que fez tantos leitores se apaixonarem por Olive e Adam. 💙
Escrito por Ali Hazelwood, o romance mistura fake dating, cientistas e muita tensão romântica em uma história que, para nós duas, chegou na hora certa.
💙 Resenha Mah:
A Hipótese do Amor foi uma surpresa maravilhosa e, principalmente, uma salvação para uma quase ressaca literária. Eu simplesmente amei esse livro!
Uma das coisas que mais gostei foi descobrir que a história já começa com aquele beijo que dá início ao relacionamento falso. Eu não sabia disso antes de começar a leitura e fiquei completamente envolvida para descobrir como aquele beijo se transformaria em toda a história de Olive e Adam.
E o desdobramento do casal foi uma das minhas partes favoritas. Apesar de guardarem alguns sentimentos e demorarem para conversar abertamente sobre o que estavam sentindo, achei os dois muito maduros na maneira como conduziram o relacionamento.
É justamente quando eles finalmente decidem falar a verdade um para o outro que percebemos o quanto os dois cresceram ao longo da história.
Também amo a dinâmica de Olive e Adam serem tão diferentes e, mesmo assim, conseguirem ceder um ao outro. Principalmente o Adam. 😂 Porque, para mim, é exatamente isso que demonstra quando alguém realmente gosta de outra pessoa: você não precisa deixar de ser quem é, mas está disposto a abrir espaço para o outro. Amo a trope grumpy x sunshine!
E falando em Adam...
Os homens da Ali Hazelwood são um acontecimento, né? 🤤
Esse foi o meu segundo livro da autora. O primeiro que li foi Noiva, que é uma fantasia, então A Hipótese do Amor foi a minha primeira experiência com ela no romance contemporâneo. E uma coisa que já percebi é que parece existir um padrão: os homens da Ali são extremamente apaixonados pelas protagonistas e, além disso, são atraentes demais. 😂
São verdadeiramente “geladeiras Electrolux”: enormes, bonitos e impossíveis de ignorar.
E Adam não foge nem um pouco desse padrão.
Outro detalhe que adorei foi o capítulo extra, que mostra um capítulo da história pelo ponto de vista dele. Depois de acompanhar tudo pela perspectiva da Olive, poder entrar na cabeça do Adam e entender melhor alguns sentimentos foi simplesmente maravilhoso.
Meu veredito:
Não tenho muito o que dizer além de: 5 estrelas e favoritado no nível máximo!
No meu caso, o nível máximo são três corações. 🧡🧡🧡
A Hipótese do Amor me conquistou pela dinâmica do casal, pelos personagens, pelo romance e por aquela combinação deliciosa de ciência + fake dating + grumpy x sunshine + homem completamente apaixonado pela protagonista.
Agora só me resta esperar pela adaptação e torcer para que ela consiga entregar nas telas pelo menos um pouquinho de tudo aquilo que fez esse livro ser tão especial para mim. 👀💙
💙 Resenha Bea:
Em 2023 eu finalmente entendi todo o alvoroço em torno de A Hipótese do Amor. E, sinceramente? Dessa vez o hype entregou absolutamente tudo. Ali Hazelwood conseguiu juntar fake dating, ciência, humor, tensão romântica e um casal com uma química absurda em uma história extremamente gostosa de acompanhar.
Olive Smith foi uma das coisas que mais me conquistou. Ela é inteligente, dedicada e completamente apaixonada pela própria pesquisa, mas também tem aquela tendência de colocar todo mundo à sua frente e esquecer que ela mesma importa. Mesmo cheia de inseguranças, porém, Olive nunca deixa de tentar, e gostei muito de acompanhar justamente esse processo de perceber que ela é muito mais competente e capaz do que acredita.
Agora, preciso falar de Adam Carlsen.
Porque Ali Hazelwood sabia EXATAMENTE o que estava fazendo quando criou esse homem, vulgo geladeira Electrolux de aço inox com duas portas e freezer embaixo.
Adam é o clássico gato preto: fechado, rabugento, intimidador e aparentemente incapaz de desenvolver sentimentos humanos por qualquer pessoa que não seja Olive. Enquanto ela fala pelos cotovelos e transforma qualquer situação em um pequeno desastre, ele responde com três palavras e uma sobrancelha levantada. E eu AMO essa dinâmica.
Mas o que realmente me ganhou foi descobrir o quanto Adam já estava apaixonado por Olive muito antes de ela sequer imaginar isso. O namoro falso não criou os sentimentos dele. Só deu um lugar para algo que já estava ali havia anos.
E é justamente por isso que os capítulos extras pelo ponto de vista de Adam são tão bons. Eles mostram momentos da história pela perspectiva dele e deixam ainda mais evidente que, por trás daquela postura de professor rabugento e assustador, existia um homem completamente rendido pela garota das lentes de contato vencidas.
Inclusive, falando nisso: OLIVE, PELO AMOR DE DEUS, JOGUE ESSAS LENTES FORA.
A mulher é doutoranda em Stanford, está trabalhando em uma pesquisa importantíssima sobre detecção precoce do câncer de pâncreas e decidiu usar lentes de contato vencidas HÁ ANOS. Anos. Não semanas. ANOS.
Amiga, você quer encontrar uma forma acessível de detectar câncer de pâncreas, mas aparentemente também resolveu conduzir um experimento científico para descobrir até onde seu próprio olho aguenta. Não dá.
E preciso mencionar uma das coisas que deixou essa leitura ainda mais divertida para mim: A Hipótese do Amor começou originalmente como uma fanfic de Reylo, o casal formado por Rey e Kylo Ren em Star Wars. Como alguém que ama Star Wars, eu achei isso simplesmente maravilhoso.A ironia é que eu nunca fui exatamente a maior fã de Reylo. Mas aparentemente bastava trocar os sabres de luz por laboratórios, transformar Rey em uma cientista golden retriever e Kylo em um professor gato preto para eu finalmente comprar completamente a ideia.
E, como se isso já não fosse específico o suficiente, ainda existe a coincidência PERFEITA da adaptação: Tom Bateman, que interpreta Adam Carlsen, é casado na vida real com Daisy Ridley, a própria Rey.
Ou seja: a história nasceu de Reylo e, anos depois, o marido da Rey vai interpretar o protagonista. Isso não parece coincidência. Parece o universo fazendo questão de fechar um ciclo com uma piscadinha (Momento místico da Bea Bruxona aqui 🔮).E os dois capítulos extras só deixaram minha expectativa para o filme ainda maior. Depois de entrar na cabeça do Adam e descobrir o tamanho do desastre emocional que esse homem escondia atrás da cara de poucos amigos, fiquei ainda mais curiosa para ver como a adaptação vai reproduzir essa química na tela.
No fim, A Hipótese do Amor foi exatamente o tipo de romance que eu queria encontrar: divertido, leve, romântico e com personagens que realmente funcionam juntos. Não precisa reinventar o gênero para ser bom. Ele simplesmente pega elementos que já conhecemos e executa tudo de uma maneira extremamente prazerosa.Eu ri, me apaixonei pelo casal, passei raiva com algumas decisões da Olive, surtei com Adam e, principalmente, entendi finalmente por que tanta gente ama esse livro.
E sim: Adam Carlsen entrou oficialmente para a minha lista de homens fictícios que precisam urgentemente aprender a sorrir mais. De preferência, só para a protagonista.
E se você se interessou por esse universo maravilhoso de ciência e romance, seguem os links para você adquirir o livro e os contos extras! ⬇️
Agradecemos muuuuito por chegar até aqui e acompanhar mais uma das nossas leituras! 💙 Que você tenha se divertido tanto quanto nós nos divertimos escrevendo essa resenha.
E fica de olho por aqui, porque logo mais tem mais capítulos, mais surtos literários e, é claro, mais resenhas chegando no blog.
Até o próximo capítulo! 📖✨
Beijuxxx da Bea🍒 e da Ma🧡




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